TV 3D: um insucesso no mercado de televisores



A televisão 3D, que foi uma febre ao ser lançada, divulgada constantemente na mídia, sendo considerada uma televisão voltada com a tecnologia para o futuro acabou decepcionando muita gente. Mesmo com seus preços abusivos no começo, que iam de R$ 7.000 até R$ 10.000, começou a ter sua queda de preço logo no começo dos doze primeiros meses após seu lançamento.

Isso ocorreu devido as dificuldades para a venda. Logo a televisão custava média de R$ 3.000, mas, ainda assim, isso não estava motivando as pessoas a comprarem, apesar da divulgação de alguns programas apenas em 3D em algumas TVs a Cabo. Isso ocorreu porquê as pessoas que adquiriram as mesmas se arrependeram de ter o feito e, consequentemente, avisam as pessoas conhecidas da péssima escolha na hora de comprar. Nada melhor para divulgar um produto, seja de uma forma positiva ou negativa, quanto o tal famoso boca-a-boca.



Mas, por que esse sucesso tão negativo perante a compra da tal tv? Porquê, ainda não há uma grande gama de programas oferecidos em 3D e, mesmo assim, as pessoas preferem assistir as coisas do modo tradicional, na simplicidade. Ou seja, o mercado não estava preparado para o mesmo.

Talvez, daqui há alguns anos, quando não houver uma excasses de programas desse jeito e com as pessoas mais dispostas a assistir jornais, programas de culinárias, novelas e outras coisas em 3D, ocorra um sucesso maior do que houve, se a ideia não ficar engavetada, claro. Até porquê, novas ideias, com novas tecnologias para a televisão, já estão surgindo desde o segundo semestre do ano passado, principalmente com a Copa do Mundo batendo na porta no Brasil.

Tem-se, por exemplo, fábricas que voltaram seu mercado justamente pra isso, achar novas formas para transmitir os jogos com a melhor capacidade possível, mas, claro, com os preços lá em cima. Por tanto, acredito eu que nada melhor do que manter-se com a televisão antiga, possivelmente de LCD ou Full HD, durante esse período, esperando uma possível queda dos preços.



Por Mariana Caetano

Foto: divulgação



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