Fonte: Anandtech.com

 

A LG divulgou nesta semana que irá lançar durante a feira CES 2013 sete novos modelos de Google TV.

Estes aparelhos fazem parte das séries GA6400 e GA7900 com telas variando entre 32 e 60 polegadas de resolução com alternativas interessantes de uso como comando por gestos e voz e imagens em 3D.

Além disso, as novas televisões da LG terão uma qualidade de alta-definição, com a nova versão do Magic Remote já com teclado QWERTY, jogos online OnLive e uso da plataforma de entretenimento da Google.

Por Ana Camila Neves Morais


Diversos estudos tem sido feitos para compreender o movimento da população que está criando um aumento nos assinantes de TV paga que são integrantes da classe C brasileira.

As pesquisas realizadas são feitas para identificar as principais características desse novo público, e, assim, identificar seus hábitos e gostos primordiais.

Segundo a Discovery no Brasil, estes novos usuários da televisão paga possuem, em média, apenas um ponto em casa e reúnem a família para assistir aos programas disponíveis com um interesse maior por programas de curiosidades e do mundo animal.

Além disso, os assinantes da classe C demandam uma maior quantidade de séries, filmes e programas estrangeiros.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma pesquisa conduzida pela firma DisplaySearch revelou notícias surpreendentes sobre as novas tecnologias de TV.

Embora os aparelhos sejam produtos mundialmente consumidos e em alta demanda, os consumidores não se mostram muito entusiasmados para comprar uma TV de LED ou 3D. O motivo é um só: preço.

A China e a Rússia destacam-se sendo os dois únicos lugares no mundo onde os consumidores mostraram-se dispostos a considerar a compra de uma TV de LED para substituir uma 'tradicional' e até mesmo os consumidores japoneses – conhecidos por incentivar e adotar facilmente novas tecnologias – dizem que o fato de uma TV ser 3D caracteriza-se como 'importância mínima' quando pretendem comprar um aparelho.

A notícia vem de encontro com uma pesquisa feita pela Deloitte no ano passado, na qual os consumidores já previam que as TVs 3D não seriam um grande incentivo para novas compras. Alguns até mesmo reportaram 'sentir-se mal e enjoados' ao assistir à TV em 3D.

Em resumo: A TV LCD ainda continua sendo a grande campeã de popularidade entre os consumidores e não existem, no momento, sinais de que a tendência possa ser revertida (por um longo tempo).

Por Ana Rebello


Os integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) conquistaram boas posições econômicas após a crise financeira mundial de 2008 e 2009. As nações desenvolvidas ainda patinam internamente com seus números principalmente no quesito desemprego, como é o caso de Estados Unidos e algumas nações europeias.

Já sob o comando de Dilma Rousseff, o Brasil experimenta novo ambiente, com uma nova classe média capaz de impulsionar as atividades e nutrir resultados interessantes a vários segmentos. Não somente pela classe C, um levantamento edificado pela consultoria Accenture revelou que os consumidores tupiniquins foram aqueles que mais adquiriram televisores high definition, aparelhos celulares, netbooks e câmeras digitais no ano passado.

Realizada em mais outras sete nações (Rússia, Japão, Índia, França, EUA, China e Alemanha), a pesquisa indica que aproximadamente 55% dos brasileiros sondados admitiram ter adquirido um celular em 2010, 28% dos consultados TVs de alta definição e câmeras digitais e 20% netbook.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


A primeira transmissão no Brasil com sinal digital para os aparelhos televisores já aconteceu há dois anos e meio, porém não houve uma evolução significativa no setor.

No total, apenas 38 cidades brasileiras possuem a nova tecnologia e sete capitais ainda não a adquiriram. Em relação aos consumidores, aqueles que ainda não possuem TV a cabo necessitam pagar um valor entre quatrocentos e seiscentos reais por um conversor, para que possam ter acesso à TV digital, o que é muito oneroso. O número de conversores vendidos até o final de 2009 era de apenas dois milhões em todo o país.

Há uma previsão para que em 2016 não haja mais recepção via sistema analógico. Mas a população parece não estar muito empolgada na aquisição do sinal digital visto que, além do preço, a nova tecnologia não veio associada a características atrativas como interatividade e ampliação de conteúdo.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Click PB





CONTINUE NAVEGANDO: