Há várias medidas que podem ser tomadas para evitar possíveis danos aos aparelhos eletrônicos feitos por descargas elétricos, como os raios.

Quem já passou pelo problema de ter um aparelho eletrônico queimado ou danificado em razão de uma forte descarga elétrica, devido a um raio, sabe o quanto isso pode trazer aborrecimentos e principalmente prejuízos que podem ser bem grandes dependendo da quantidade e dos equipamentos comprometidos nessa ocasião.

As pesquisas apontam que o Brasil é líder nas ocorrências envolvendo raios. Um raio é o mesmo que uma descarga elétrica de maior intensidade que acontece na atmosfera de regiões que são mais carregadas eletricamente. Além dos prejuízos em razão da danificação e equipamentos elétricos, eles podem ser muito perigosos para as pessoas também.

Alguns aparelhos eletrônicos são mais sensíveis às descargas elétricas, entre eles estão as TVs, lâmpadas e fontes de alimentação usadas em computadores. Se o raio atinge a rede elétrica, passa por toda fiação e descarrega no solo e se isso acontece em regiões com residências, devido à sua intensidade atinge a residência e sua fiação, prejudicando os equipamentos que estejam ligados na eletricidade.

Desse modo, para não correr o risco de ter nenhum prejuízo em decorrências de raios é muito importante que seja realizado o aterramento da fiação elétrica. O que no Brasil já é uma obrigação. Contudo, muitas casas não têm isso realizado, por serem mais antigas e estão sujeitas aos raios e suas complicações.

Outro recurso bastante utilizado, principalmente em prédios e casas maiores, é a instalação dos chamados para-raios, mas eles não oferecem garantia em relação à proteção de equipamentos e aparelhos eletrodomésticos.

Uma medida preventiva é a instalação de varistores, que são uma espécie de pastilhas feitas em óxido de zinco que de forma simples são instaladas no quadro de distribuição. Essa é uma medida muito útil e recomendada.

Instalar um DPS também protege as residências contra os raios e também contra variações de tensão.

Contudo, essas medidas citadas são para profissionais da área de eletricidade e que muitas pessoas nem têm conhecimento se suas casas ou apartamentos contam com essas proteções.

Dessa forma, se você está em casa e percebe que uma tempestade está se formando, com trovadas e os chamados relâmpagos a principal medida preventiva que se pode adotar nesse momento é o desligamento dos aparelhos de casa da rede elétrica. Desse modo você estará garantindo que, em caso de haver uma descarga elétrica na sua fiação, nenhum equipamento seja prejudicado.

Muita gente assim que a tempestade se manifesta desliga os seus aparelhos das tomadas, mas acabam se esquecendo de um aparelho que geralmente é muito atingido por essas descargas. Estamos falando do modem das linhas telefônicas, que quase nunca são desligados e são os primeiros a queimar, uma vez que as descargas elétricas também atingem a rede de telefone, colocando em risco o aparelho e o usuário, caso alguém esteja ao telefone no momento da descarga.

Muita gente acredita que os no-breaks e estabilizadores oferecem uma boa proteção contra as descargas elétricas, mas não é bem por aí. Estes aparelhos são realmente úteis quando ocorrem pequenas variações na corrente elétrica, mas não suportam uma descarga elétrica, não conseguindo nem se proteger, quanto mais aparelhos conectados a eles. Então, também desligue esses aparelhos.

Muitas pessoas ficam bastante resistentes em desligar seus aparelhos durante uma tempestade com raios, pois muitas vezes estão assistindo TV, ou jogando no computador, ou simplesmente não querem que o que está na geladeira derreta, nem perder uma ligação importante, mas é importante lembrar que essas tempestades passam rapidamente e logo esses equipamentos poderão ser religados sem nenhum problema e o melhor, sem nenhum prejuízo e principalmente sem nenhum risco à vida, que não há dinheiro que pague.

Proteja seus aparelhos e principalmente proteja a sua vida.

Por Sirlene Montes

Tomada


Saiba aqui as diferenças e como escolher o cabo HDMI ideal para você.

O HDMI é o cabo mais usado hoje em dia em transmissões de aparelhos digitais para grandes tvs. A sigla HDMI significa High Definition Multimedia Interface, ou seja, uma interface multimídia que roda em alta resolução. Esse padrão tem sido o mais usado para transmitir telas, sendo que, por sua qualidade digital, não é compatível com reprodutores analógicos ou de qualidade inferior.

Playstation 4, Xbox, Blu-rays e até Chromecasts usam-se desse padrão para transmitir a imagem e o som de jogos, filmes, séries e mídias em geral para as telas designadas. Contudo, existe a possibilidade de que você seja pego num atrito de gerações acerca desses cabos, sendo assim, qual é a melhor opção para você, de forma a não te levar à compra de um HDMI independente? Veja agora algumas considerações sobre as versões da entrada.

O que muda?

A entrada HDMI existe faz 15 anos, ou seja, desde 2002 esse padrão vem sofrendo modificações graças ao avanço das tecnologias, o que gerou uma numeração após a sigla. Sendo assim, o HDMi de 2002 é chamado 1.0, seguido do 1.1, 1.2 e assim por diante, até chegar na versão mais atual, o HDMI 2.0.

Como o número crescente indica, quanto maior a numeração indicada, maior é a tecnologia empregada, ou seja, o 2.0 é mais moderno que o 1.4, que por sua vez é mais moderno que o 1.3 e assim por diante. Quanto mais avançada a versão, melhor acontece a transmissão de dados e multimídia. Fora essa explicação (óbvia), existem outros fatores que indicam diferenças entre as versões do padrão, como itens técnicos, por exemplo.

HDMI 1.0

A primeira versão HDMI, 1.0, tem a capacidade de transmitir até 4,9 gigabits a cada segundo. Quanto à resolução, o 1.0 suporta 1080 polegadas, em largura de banda equivalente a 60 hertz, transmitindo áudio através de até 8 canais, marcando 192 kilohertz. Esse aparato de configuração garante uma transmissão de DVDs de alta resolução.

HDMI 1.2

Enquanto o HDMI 1.1 trouxe apenas suporte a DVD áudio, a versão 1.2, inaugurada em 2005, trouxe suporte para telas independentes, como TVs e monitores, por exemplo, além de permitir o uso de computadores, portáteis ou não.

HDMI 1.4 e HDMI 2.0

Lançado em 2009, o HDMI 1.4 está presente em aparelhos comprados até uns 4 anos atrás, entretanto, não encontramos mais a produção de aparelhos com esse padrão. O 1.4 suporta resolução 4K (4.096 x 2.160p), mas em 2013, chega o 2.0, mais usado atualmente, que suporta resolução de 60 quadros por segundo. Esse avanço caracteriza a mais alta usabilidade em transmissões de esportes e jogos ultra modernos.

Acerca da taxa de transferência, o 2.0. conta com 18 Gbps, enquanto o 1.4 conta com 10,2 Gbps. Já o quesito áudio deu um grande salto, já que havia ficado estacionado. Na última versão, há suporte para 32 canais de 1536 hertz.

Ainda em 2017, esperamos o lançamento do HDMI 2.1, que promete a tão esperada resolução em 8K, com taxas de quadros marcando 120 kHz.

Escolhendo o seu cabo

Seja coerente. Se o seu aparelho não possui a capacidade 4K, por exemplo, de nada servirá um cabo 2.0 ou 1.4. Se a sua televisão é FULL HD, por exemplo, você deve optar pela tecnologia compatível ou estará apenas desperdiçando seu dinheiro.

Considere o seu dispositivo e, de acordo com a tecnologia encontrada nele, escolha seu cabo. Um 1.3 pode ser muito mais vantajoso do que um 2.0, nesses casos.

Do mesmo modo, de nada adianta se empolgar com uma tela ultra moderna se o seu conteúdo não entrega toda a qualidade cujo dispositivo é capaz de entregar.

Outro ponto a considerar é o material o cabo. Ainda que não influenciem na qualidade, sem dúvida vão influenciar na durabilidade e resistência do cabo. Portanto, considere o material cujo cabo é feito também, na hora de realizar a compra.

Carolina B.


Saiba aqui o que fazer quando o áudio do cabo HDMI não sai na TV.

A função do cabo HDMI é transmitir os dados em alta resolução para aparelhos como televisores e computadores, garantindo assim imagem e sons com ótima qualidade.

Existem diversos modelos de cabo HDMI, cada um com um objetivo, seja na velocidade ou na qualidade da transmissão. Os conectores banhados a ouro são considerados com maior qualidade, pois sua composição é mais resistente tendo maior emissão de sinais. Os modelos de HDMI são compostos por dezenoves pinos de encaixes, para que o cabo HDMI funcione corretamente é necessário que os dezenoves pinos fiquem bem encaixados se for mal encaixado pode danificar o cabo e em alguns casos danificar o aparelho.

Para ter imagem e áudio de qualidade o consumidor deve ficar atento à resolução das imagens transmitidas, existem alguns modelos de resolução, que podem ser os seguintes: “480 p ” a letras após a numeração é referente ao mapeamento realizado pelo aparelho, no caso do p significada mapeamento progressivo (progressive scan). Já para a resolução “720 i”, a letra i simboliza mapeamento entrelaçado (interlaced). Nesse caso, a resolução “480 p” refere-se a mapeamento progressivo de 640 x 480 pixels e a “720 i” refere-se ao mapeamento entrelaçado 1282 x 720 i, outra resolução bastante comum é a 1920 x 1080 (Full HD).

Ao conectar o cabo HDMI da TV no computador, se torna comum haver problemas na configuração do áudio. Para resolver essa situação é necessário ficar atento em alguns detalhes.

Primeiramente é necessário conectar o cabo HDMI nos aparelhos e esperar a conexão ser conhecida. Em seguida caso haja o problema no áudio é necessário ir na configuração de “SOM” no “Painel de Controle” do computador. Na configuração de SOM abrirá uma janela contendo as seguintes opções REPRODUÇÃO , GRAVAÇÃO, SONS, COMUNICAÇÕES , clique na opção “REPRODUÇÃO”, nela será exibido o ícone com a marca da televisão, essa opção indica o áudio da TV, clique nesse ícone e selecione a opção “Definir como padrão” em seguida clique em “Aplicar” e para finalizar clique em “OK”. Pronto, a partir desse momento a opção TV está selecionada e o áudio sairá na TV.

Para ajustar o som clique no ícone Alto-Falantes localizado na barra de tarefas no canto direito do computador, após clique no áudio da TV e ajuste conforme necessário.

Gisele Alves de Brito


A tecnologia 4K garante aos usuários uma qualidade de imagem muito superior ao Full HD, porém, não há muitos conteúdo disponíveis com essa tecnologia.

A qualidade de vídeo em 4K vem ganhando destaque nos últimos meses dentro do mercado tecnológico, com as primeiras TVs e até mesmo smartphones a serem vendidos com essa resolução. Porém, será que realmente vale a pena investir seu dinheiro em uma tecnologia que está chegando agora ao mercado?

A tecnologia 4K garante aos usuários uma qualidade de imagem muito superior ao Full HD, resolução máxima que usamos até então, com uma quantidade de pixels muito maior, o que nos permite observar cada detalhe presente na imagem, porém, mesmo com uma qualidade de imagem tão superior é quase certo que hoje ainda não vale a pena investir alto em uma televisão 4K.

O principal motivo não é referente à qualidade da tecnologia, mas sim a quantidade de conteúdo oferecido para ela, algo extremamente restrito nos dias de hoje.

Quem decide investir em uma televisão 4K, acaba por poder desfrutar apenas de alguns vídeos de teste das fabricantes e um ou outro conteúdo encontrado na Internet, embora também escasso. Mesmo as emissoras de TV e as produtoras de cinema ainda não começaram a investir de fato no 4K, o que limita praticamente todo o conteúdo que poderíamos ter com ele, visto que, praticamente todo o conteúdo que assistimos é derivado de Filmes & Séries, emissoras de TV e do YouTube.

Porém, para aqueles que assinam o Netflix, é importante ressaltar que a empresa vem investindo no 4K, já que a série famosa ''House of Cards'', foi gravada inteiramente em 4K. A Rede Globo também vem gravando suas novas novelas em 4K. Grande parte do conteúdo disponível hoje, em 4K, é na realidade apenas uma adaptação para a nova resolução, o que acaba por melhorar a qualidade da imagem vista, mas não se trata de um ''4K real''.

Por outro lado, as televisões 4K consomem cerca de 30% de energia e ainda possuem um sistema de som que chega bem próximo do que vemos atualmente nos Home Theaters, o que pode ser uma grande vantagem para os usuários que optarem por uma TV 4K.

As televisões com essa resolução, porém, ainda estão em sua grande parte, disponíveis apenas com vendedores que importam esses produtos, embora os preços não sejam tão elevados, em comparação com um televisor Full HD. A boa notícia, é que se você optar pelas TVs 4K, possivelmente, passará um bom tempo sem precisar comprar um novo televisor, já que ele se manterá com uma grande qualidade por um bom tempo.

Entretanto, muitas empresas vêm optando por investir em conteúdo Quad HD, abaixo do 4K que conhecemos, mas também com uma qualidade superior ao Full HD, o que pode ser mais um problema para quem optar por uma TV 4K.

O resultado é que, de fato, por enquanto ainda não é um negócio tão vantajoso investir em um televisor 4K, porém, se você optar por comprar um desses dispositivos, tenha em mente que por outro lado, certamente demorará bastante até ter de comprar uma nova TV com tecnologia mais recente.

Por Paulo Henrique

TV 4K

Foto: Divulgação


A velocidade da internet é o principal motivo para que a qualidade do streaming seja ruim em sua TV, por isso, é essencial verificá-la e solucionar o problema.

O brasileiro está cada vez mais empolgado com os serviços de streaming, principalmente para assistir a filmes, porém na melhor parte, costuma travar e isso irrita bastante. Geralmente, o problema é causado pela internet lenta, mas este não é o único motivo, por exemplo, se os cabos estiverem danificados, também irá prejudicar a transmissão.

Quem gosta de assistir o Netflix na TV ou os vídeos do YouTube, precisa ficar atento a vários problemas para saber como, de fato, melhorar a qualidade do serviço de streaming em sua TV.

A primeira dica é verificar logo a velocidade da internet, pois este é um dos principais motivos para a qualidade ruim do streaming. Há vários sites que oferecem "velocímetros" para você saber qual é a velocidade de sua internet. Muitas vezes acontece também da velocidade estar normal, mas ter muitos programas acessando a conexão, como downloads, atualização de antivírus, etc. E até um vírus no computador pode utilizar a internet, deixando a conexão ruim para o serviço de streaming. Se você quiser assistir filmes com resolução HD sem travamentos, o ideal é ter pelo menos 5 megabits por segundo de velocidade em sua internet.

Em residências maiores ou de 2 andares, acontece do sinal perder qualidade e para isso deve-se utilizar um "repetidor de sinal", assim a conexão Wi-Fi conseguirá entregar o sinal com melhor qualidade em todos os locais da residência, inclusive na sua TV, para que você possa utilizar o serviço de streaming sem problemas.

Importante lembrar nesta hora que os modelos de Smart TV já contam com sua própria recepção Wi-Fi e há os modelos que utilizam um dongle para que seja feita a conexão. Se você perceber que o filme por streaming está travando muito, tente assistir este filme por um outro aparelho, pode ser pelo computador mesmo, só para você testar se o problema é na internet ou na recepção do Smart TV. Se você conseguir assistir ao filme sem problemas no seu computador, então a conexão com a internet está ok, sendo assim, deduzimos que o problema esteja na conexão do Smart TV.

Faça uma nova conexão da TV à internet e veja se melhora.

Por Russel

Internet


Há tempos que a televisão já não é a mesma. Hoje em dia ligamos a televisão para ver um telejornal e nos deparamos com tanta informação desanimadora e constrangedora que ficamos até com medo de sair de casa. Porém, por um outro lado, não devemos também ficar à mercê dessas influências ruins, senão não adquirimos qualidade de vida e não vivemos em paz.

A única maneira de nos precavermos é selecionar o tipo de informação que vemos. Para isso, veja o que você pode fazer:

– Selecionar os programas de televisão:

Se você gosta de assistir televisão, procure programar apenas o que vai de acordo com os seus princípios, ideais e objetivos. Por exemplo, se você é um estudante, então assista documentários e programas informativos como jornais, e outros de canais a cabo. Evite programas com conotações que não te acrescentariam em nada nessa fase. Se soubermos selecionar, principalmente os canais de TV fechada, veremos que há opções para todos os gostos e todos os tipos e está dentro daquilo que todo público gosta e procura de forma diversificada.

Geralmente, o que dá mais ibope são programas de auditório, mas nem todos eles podem ser selecionados, claro, dependendo da ocasião do telespectador. De vez em quando poderia se tornar uma boa opção, caso contrário, o ideal seria levarmos mais a sério tudo aquilo que assistimos durante o dia e tudo aquilo que pode nos influenciar.

– Mídias:

Nas mídias podemos incluir desde revistas, jornais, livros e catálogos informativos de diversas formas. Na verdade, nossos gostos sempre vão para o lado da maioria, por isso devemos ter muito cuidado com isso. Devemos dar importância para o que chama a nossa personalidade e dar ouvidos para ela, pois ir pelo gosto da maioria muitas vezes pode ter um preço muito alto se formos levar para o lado do conhecimento, já que ele é algo muito mais pessoal do que imaginamos.

Por Daniela Almeida da Silva


O avanço tecnológico nesta atual era é algo bastante significativo e presente na vida de todos. Ao longo das últimas décadas foi possível, e ainda é, presenciar todo o tipo de avanço tecnológico, sejam em relação à medicina, aparelhos de uso diário como celulares, smartphone e etc. Tais avanços possibilitam uma melhor comodidade de muitas pessoas que sempre querem estar atualizadas e com aquele aparelho de última geração no seu bolso ou em sua casa.

Como o assunto são os avanços tecnológicos então não podemos deixar de citar o avanço em relação aos televisores que passaram desde os modelos antigos que possuíam um design bastante limitado até os modelos atuais, com espessura extremamente fina e tecnologia 3D, por exemplo.

Para aqueles que buscam por uma TV que interaja consigo então a dica é realmente ir em busca de um aparelho com reprodução em 3D, que é um grande sucesso no mercado brasileiro e também dispõem de grande qualidade.

Para quem possui um modelo de TV Smart da LG, saiba que você também pode contar com a tecnologia 3D à sua disposição, pois nesses modelos da LG é possível fazer a conversão de 2D para 3D de uma forma rápida e simples.

Como citado acima fazer a conversão de 2D para 3D não e algo difícil através de um modelo Smart da LG, por isso, saiba que é possível realizar o procedimento em nada menos que quatro ou cinco passos. O primeiro passo é justamente apertar o botão “3D” de controle de sua TV; em seguida a imagem será convertida de forma automática para 3D e será mostrado um menu na parte inferior da tela; após isso você deve colocar o seu óculos 3D; agora em caso de sua TV dispõe de Dual Play e você também dispor de óculos que reproduz esta tecnologia, você poderá optar por utilizá-la na horizontal ou vertical.

Vale ressaltar que esta opção também é válida para ser usada em apps de streaming de vídeo, DVDs, Blurays ou videogames. Em relação ao Dual Play é importante saber que ele oferece ao usuário a possibilidade de reproduzir o conteúdo em um óculos e um segundo conteúdo em um outro óculos.

Por Bruno Henrique

Converter TV LG Smart 2D para 3D

Foto: Divulgação


Você está pensando em adquirir uma nova TV de alta definição, mas não sabe ao certo como escolher? Provavelmente, depois de visitar algumas lojas, você irá se deparar com dois ou três modelos que lhe agradam e, nessa hora, é importante que saiba comprá-los.

Naturalmente o design, a marca e o preço são fatores importantes na sua decisão, porém, existem vários testes que você poderá fazer para ajudar, dependendo de loja para loja.

Em primeiro lugar, sugerimos que opte por comprar seu aparelho em uma loja que permita que você veja as TVs funcionando. Em seguida, procure testar os seguintes itens:

Fonte de sinal: Verifique se a TV está conectada a uma fonte de alta qualidade, usando um cabo HDMI;

Configuração: Certifique-se de que ela está configurada na resolução de 1080p (FullHD);

Modo: Quando estão em exposição, a maioria das TVs está configurada para operar em modo Demo, Showroom ou Store, o que aumenta o brilho da tela, assim como a saturação das cores. Por isso você deve alterar para modo Doméstico ou Filme e aí sim checar a qualidade da imagem;

Luz e Reflexos: Não esqueça que sua sala não será provavelmente tão iluminada quanto a loja, no entanto, procure se certificar que a tela não reflete luz em excesso;

Ângulo de Visão: Verifique se a imagem tem qualidade suficiente em todos os ângulos de visão que você irá utilizar quando ela estiver instalada em sua sala.


Para os brasileiros que estão querendo comprar uma TV de Plasma, é importante conhecer algumas características, como, por exemplo, o fato de que uma tela de plasma geralmente possui menos brilho do que a maioria dos outros modelos, principalmente os de LED.

Porém, o contraste, que é a diferenciação entre os tons de cores, é muito melhor na TV de plasma do que na YV de LCD.

Os consumidores devem ter cuidado, porque a TV de plasma pode apresentar manchas no vidro mais facilmente do que os outros modelos.

Um dos modelos recomendados é a TV Plasma LG 42″ 3 HDMI Conversor Digital Integrado 42PT250. Esta TV é uma das que melhor apresenta qualidade de imagem quando comparada as outras do mesmo nível. O modelo é ideal para locais que tenham pouca luz.

Outro modelo recomendado é a TV Plasma LG 42″ 3 HDMI Conversor Digital Integrado 42PQ30TD, que apresenta diversos recursos integrados, como USB, PC, HDMI, Recursos de TV Digital Conversor Digital Integrado, dentre outros. Esta televisão é um pouco mais cara, mas vale a pena para quem está querendo um dispositivo mais qualificado.


Quando surgiram as Smart TVs, em 2011, elas causaram muito impacto entre os consumidores, o que se confirmou com o crescimento constante das vendas. Uma alternativa para escolher a Smart TV que mais combina com você é partir para a escolha através dos aplicativos que cada uma disponibiliza.

A LG fabrica atualmente quatro modelos de TVs inteligentes e 3D, variando entre R$ 3 mil e R$ 9 mil. Cada um destes modelos possui cerca de 550 apps, tais como o aplicativo do Hotmail (inovação para o segmento), o Magicbook of Pororo (em 3D), o Cineclick, a Previsão do Tempo e o Guia de Aeroportos Brasileiros.

Quanto à Sony, ela produz atualmente sete modelos de televisões inteligentes 3D e conectadas à internet. Os aplicativos mais famosos para estes aparelhos são o Netmovies (locação de filmes), Facebook, YouTube, Twitter, Esporte Interativo e Skype. Além destes, a Sony disponibiliza três apps exclusivos, o do SBT, o Clube DX TV e o da revista Lance.

Já a Philips produz cinco modelos de Smart TVs e disponibiliza, no total, 500 apps, porém nenhum é exclusivo da marca. Vimeo, Twitter, YouTube, Facebook, Bolsa de Mulher e Capricho são alguns deles.

Temos também a Samsung, que possui seis modelos deste tipo de TV, de Plasma a LED, com 360 apps disponíveis. Sendo que Terra VoD, Netflix e Netmovies são os mais procurados.

Fica difícil escolher, mas são boas opções!

Por Guilherme Marcon


As modernas TVs LED são equipadas com diversas opções de conexões de vídeo, entre elas podemos citar a entrada de vídeo composto (normalmente identificável por um conector amarelo), a entrada de vídeo componente (conectores azul, verde e vermelho) e à moderna conexão HDMI (conector único, semelhante ao conector usado para um pendrive).

Destas três conexões, a que oferece menor qualidade de imagem é a de vídeo composto. Na outra ponta, temos a HDMI com a melhor qualidade. Já a entrada de vídeo componente tem qualidade intermediária de imagem. 

Se você puder optar livremente por uma das três para conectar um equipamento à TV LED, escolha a conexão HDMI.

Caso o equipamento não seja equipado com HDMI, fique com a conexão de vídeo componente.

A entrada de vídeo composto deve ser a sua última e pior opção, mas não quer dizer que não vá funcionar corretamente, a questão é que a qualidade da imagem poderá ficar abaixo das suas expectativas.

Em resumo, sabendo qual é a melhor e qual é a pior opção de conexão, ficará a seu critério escolher uma delas com base no que você deseja conectar à TV LED.

Luiz Moreira


Alguns consumidores afirmam que o áudio dos televisores LCD deixa a desejar em termos de potência, especialmente quando comparados aos antigos televisores com tubo de imagem (CRT). A realidade é que se trata de uma comparação desproporcional.

A potência de áudio está ligada a uma série de fatores, e dentre eles pode-se destacar o tipo de alto-falante que está sendo utilizado.

Equipamentos que exibem uma maior potência de áudio possuem alto-falantes maiores e mais robustos, capazes de produzir ondas sonoras mais intensas.

Nos antigos televisores equipados com tubo de imagem, o espaço interno permitia o emprego de alto-falantes de grandes tamanhos, de acordo com o projeto do equipamento. Dessa forma era possível instalar um alto-falante relativamente grande para que fosse possível atingir um valor mais alto de potência de áudio.

Nos modernos equipamentos de LCD é notável a falta de espaço interno para a instalação de alto-falantes maiores, o que obriga os fabricantes a empregarem dispositivos de pequenas dimensões, mas dotados de elevada sofisticação.

Sendo assim, aqueles que reclamam que o áudio de um televisor de LCD tem menor potência do que o áudio de um televisor antigo tem certa razão quanto à sua percepção (embora possam estar enganados do ponto de vista técnico), muito embora a qualidade de áudio nos televisores LCD sejam superiores, tanto pela tecnologia empregada na construção dos novos dispositivos, quanto pela adoção de padrões de áudio digitais (transmitidos juntamente com a imagem dos canais de TV Digital).

Por Luiz Moreira Filho


Fazer a análise das melhores TVs 3D à venda no Brasil não é tarefa das mais difíceis, pois não há muitos modelos disponíveis nas lojas brasileiras ainda. Na verdade trata-se ainda de uma tecnologia recente, que ainda carece de evolução e criação de conteúdo.

Atualmente há três modelos vendidos no Brasil: A Samsung UN46C8000 de 46 polegadas, a LG Ininita Live Bordeless 47LX9500 de 47 polegadas e a Sony Bravia XBR-LX905 de 52 polegadas.

Segundo informações do portal Info Reviews a melhor opção para o consumidor é o modelo da Samsung. Em comum, todos os modelos tem ótimos recursos como acesso à internet e imagens que saltam aos olhos. Mas nem tudo são flores, pois outra característica compartilhada pelos modelos é o cansaço nos olhos depois de assistir a um filme de duas horas numa tela 3D.

A Samsung se destaca pelo preço mais baixo na casa de 7999 reais. O modelo da LG também é uma boa opção, mas peca por não ter conversão 2D para 3D. Já o modelo da Sony é para poucos bolsos: seu preço fica em torno de 12999 reais.

Por Maximiliano da Rosa


Há alguns meses a Samsung alertou para os riscos que à exposição prolongada à TV 3D poderia causar, como náuseas, tontura e ataques epiléticos. E apesar desse tipo de TV ser fabricada por várias empresas diferentes, nenhuma outra se manisfestou à respeito desses riscos. Até agora, pelo menos.

A Sony acabou de incluir informações atualizadas em seus “Termos de Serviço” sobre a TV 3D. Em primeiro lugar a empresa avisa que a exposição continua à tecnologia, tanto em vídeos como em jogos, pode causar desconforto.

A Sony também recomenda que o consumidor faça pausas frequentes ao assistir TV ou praticar jogos em 3D. A frequencia desses intervalos, porém, pode variar de pessoa para pessoa, e se o desconforto persistir, é melhor procurar um médico.

Há também recomendações para não permitir que crianças com menos de 6 anos sejam expostas à imagens em 3D, e que adultos devem supervisionar os jovens quando esses estiverem jogando ou assistindo à TV 3D.

Por Maximiliano da Rosa


Um dúvida que surge quanto à TV 3D à sobre a programação. Afinal, tudo o que for exibido será visto em 3D? A resposta para essa pergunta é: não. Para que os programas, filmes e eventos esportivos sejam exibidos em 3D é preciso que sejam gravados ou transmitidos usando a tecnologia, que requer câmeras especiais.

A quantidade de programação ainda é insignificante, aliás. Principalmente na TV aberta. Este ano a Band fez testes com a fórmula Indy em São Paulo, e a Rede TV! foi a primeira emissora no mundo a transmitir um programa ao vivo em 3D. Lá fora, o torneio de Roland Garros deve ser um dos pioneiros ao ter partidas transmitidas em 3D.

O grande divisor de águas deve ser a Copa do Mundo, que erá transmitidas em 3D para dezenas de países, e com certeza será responsável por popularizar a tecnologia mundo à fora.

 Por Maximiliano da Rosa

Fonte: iG


Antes de comprar uma TV 3D é preciso estar atento a um detalhe: a quantidade de óculos que acompanham o produto. Alguns modelos devem vir com pelo menos um óculos ou dois. Mesmo assim há a possibilidade de que possa não vir nenhum, o que é um problema.

Se o número de óculos é insuficiente para o número de pessoas na família, será necessário adquirir óculos adicionais. E, nesse caso, deve-se levar em conta o preço do acessório. A média é cerca de 150 a 200 reais.

Outro detalhe é a compatibilidade com as marcas. Enquanto os fabricantes não padronizam suas tecnologias, saiba que os óculos feitos para um modelo de TV não funcionará com outro.

 Por Maximiliano da Rosa

Fonte: iG


Não resta dúvida de que a TV 3D é uma revolução. Muita gente está falando que é algo equivalente ao que ocorreu quando a TV mudou do preto e branco para o colorido. No entanto, esteja atento aos efeitos colaterais que podem ser trazidos na bagagem dessa tecnologia para alguns indivíduos.

Talvez o mais importante é o caso dos óculos. Hoje em dia as pessoas passam horas na frente dos aparelhos de TV. Com os óculos, isso pode ser um problema. A exposição constante aos recursos 3D podem causar cansaço e dores de cabeça por causa, principalmente, do efeito crosstalk, no qual o cérebro interpreta as imagens do olhos esquerdo como se fossem do olho direito e vive-versa. Novos modelos de óculos prometem reduzir esse efeito.

Há também outros efeitos colaterais, como náuseas, tonturas e vômitos. Os óculos 3D não apresentam problemas para a maioria das pessoas, mas alguns fabricantes alertam para os riscos que algumas pessoas estão sujeitas devido exposição excessiva ao efeito 3D das TVs. 

Por Maximiliano da Rosa


Enquanto a TV 3D ainda é um sonho distante para a maioria dos brasileiros, e provavelmente só poderá ser acompanhada nos cinemas, a TV digital em alta resolução é uma realidade.

A grande vantagem, é que a transmissão digital não está restrita aos sistemas de TV a cabo ou via satélite. Hoje todos os canais abertos conseguem transmitir o sinal digital para a maioria das capitais e suas regiões metropolitanas, e algumas cidades do interior.

Para captar o sinal digital não é preciso fazer nenhum malabarismo. Basta comprar uma TV HD ou Full HD com conversor integrado, e ter uma antena UHF. Simples. Já quem possui uma TV LCD ou de Plasma um pouco mais antiga, que não tenha conversor, ou seja, não é HD ready, basta ir numa loja e comprar o aparelho para conectar à TV.

Mesmo que tem TVs de tubo pode usar o conversor digital. Mas nesses casos é preciso saber que a imagem ganhará qualidade, pois não terá chuviscos, por exemplo. Porém, devido à limitação dos tubos, não será possível ver imagens em alta resolução.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: UOL





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