Empresa alterou as resoluções das telas dos computadores, o mouse sem fio e o teclado.

Apple trouxe novidades na versão 2015 dos iMacs. A companhia alterou as resoluções das telas dos computadores, além de mudar o mouse sem fio e o teclado.

Agora, os Macs de 21,5 polegadas também contam com a resolução 4K e os modelos de 27 polegadas possuem resolução 5K. Com esta alteração, o iMac menor, de 21,5 polegadas, terá a tela com o mesmo alcance da densidade de pixels do computador maior, de 27 polegadas, o que melhora a definição da imagem.

Os acessórios, teclado e mouse, não ficaram atrás. A Apple inovou possibilitando que estes itens façam recarga através da porta Lightning, já que terão baterias integradas. Isso fará com que os dispositivos fiquem mais conectados com a ideia da empresa, além de facilitar o manuseio.

O teclado ainda apresenta uma redução considerável de espaço de 13%, que ocupará um espaço menor no local de instalação do computador. A empresa não deixou de se preocupar com o conforto dos usuários e utilizou um design que não alterou o tamanho das teclas. O trackpad, peça que é vendida isoladamente, utiliza o recurso Fouce Touch muito aprovado pelos consumidores no MacBook e ficou maior. O mouse também, com o objetivo de ficar mais ergonômico, teve o desenho refeito.

Apesar de possuir a tela 4K, o equipamento de 21,5 polegadas não apresenta alternativa da placa de vídeo dedicada. Assim, os usuários que estão buscando um gráfico mais encorpado podem ficar receosos na compra.

O processamento gráfico da nova versão é feito por um dispositivo da Intel, o GPU Iris Pro 6200. Aqueles que querem um processador Skylake e uma placa de vídeo dedicada ficarão restritos ao iMac de 27 polegadas.

As novas versões apresentadas pela Apple dos iMacs estão acessíveis para os compradores norte-americanos em qualquer loja oficial com um custo de a partir de US$ 1.499, que corresponde a cerca de R$ 5.755, para os modelos de 21,5 polegadas, e US$ 1.799, correspondente a aproximadamente R$ 6.910, para a versão de 27 polegadas.

Por Bruna Rocha Rodrigues

iMac 2015

iMac 2015

Fotos: Divulgação


Nova tecnologia permitirá que as imagens sejam puxadas para fora da tela das TVs.

Quantas vezes você já sentiu aquela vontade enorme de puxar algo que estava sendo mostrado em sua televisão? Pois uma nova tecnologia promete justamente isso, que os usuários destas novas TVs possam "puxar" a imagem para fora da tela.

A pesquisa neste sentido vem sendo muito bem conduzida por um grupo de universidades europeias que pretendem fazer com que os displays deem mais um salto na forma de interagir com as pessoas.

Quando os computadores começaram a chegar às casas, muitos acharam que as televisões seriam deixadas de lado, mas vieram as TV's de tela fina, os modelos 3D e tantos outros que vêm sendo lançado e fazendo com que a televisão ganhe novo lugar de destaque nos lares e agora, as telas poderão literalmente, interagir com o telespectador.

O grupo formado pelas universidades europeias não quer lançar apenas mais uma TV que tenha um número maior de pixels ou que tenha a tela mais fina, o grupo está trabalhando em um novo projeto, chamado de "Ghost", que pretende transformar a tela dos televisores de forma que elas se adaptem aos gestos de quem está assistindo e assim, as imagens mudariam até as formas, adaptando-se a novas formas à medida que vão sendo tocadas.

A tecnologia utilizada para isso se chama "Levitação por Ultrassom" e é capaz de possibilitar que a imagem se molde ao toque da pessoa. Com isso, já seria possível até dar formas 3D realmente "reais" para as imagens, o que ainda não é possível nas telas que hoje temos no mercado.

Apesar do projeto não ter previsão para chegar ao mercado, já estão sendo feitos vários estudos neste sentido, para saber quais seriam as aplicações mais interessantes para o "Ghost" e uma das aplicações seria nos mapas digitais, onde poderíamos ver o relevo das regiões.

Outra aplicação importante seria na área da medicina, onde seria possível criar um órgão do corpo humano em 3D, para que pudesse ser operado por um médico que estivesse em treinamento ou por um estudante do curso de Medicina.

Infelizmente, estima-se que ainda sejam precisos mais 10 anos de trabalho para que este projeto alcance um estágio bem mais avançado e possa vir a ser utilizado até em smartphones e tablets.

Por Russel

TVs Samsung

TVs Samsung

Fotos: Divulgação





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