Apesar da forte propaganda e incentivo do mercado, a televisão 3D não conseguiu o espaço que queria e nem cumpriu a promessa de ser a dona de uma nova Era de Entretenimento. Assim que os novos modelos chegaram ao Brasil, os preços eram absurdamente altos e era necessária uma boa pesquisa em casa para descobrir quais canais e serviços de assinatura ofereciam programas em 3D.

Apesar de ter a capacidade de reproduzir imagens em terceira dimensão, os televisores em 3D ficaram muito longe dos mesmos recursos que uma sala de cinema 3D oferece. Em geral, o aparelho não marca a promessa de ser o começo de uma interação muito maior do mundo real com o programa. Além de estar acima dos valores de uma TV normal, os óculos tornam-se extremamente desconfortáveis e podem ser um problema nas casas mais movimentadas, pois provavelmente não haverá para todos.

Canais de esportes apostaram com força nesse tipo de recurso, mas hoje até mesmo estes canais não exploram mais o recurso por terem consciência de que ele não vale tanto a pena. Expectativas ainda circulam sobre o futuro do 3D no Brasil e no mundo, porém, com o advento de novas tecnologias e o HD ganhando mais espaço a cada dia, a televisão 3D não está em vantagem ou se quer tem chances de continuar no mercado.

Ainda que o tempo mostre uma nova saída ao 3D, atentemos para o LCD e o UltraHD, que oferecem muito mais recursos de televisão por assinatura e os preços são muito menores. Quem sabe a Copa do Mundo não faça o brasileiro vibrar novamente com os gols praticamente dentro da sala. No momento, o conselho geral é que os consumidores procurem logo alternativas, pois talvez aquele que ficar com uma televisão 3D nem consiga se quer vendê-la no futuro por falta total de interesse.

Por Vinícius Leite


Além de serem anunciadas quase diariamente, as novidades tecnológicas não param de surpreender. Nos últimos dias a rede mundial de computadores recebeu informações sobre novos televisores 3D (três dimensões) que não necessitam dos tradicionais óculos para o vislumbre de imagens tridimensionais.

Enquanto a realidade parece ainda estar um pouquinho distante, a alternativa é se valer das TVs 3D em comercialização vigente ou dos televisores de LCD. Preocupada com a tendência atual, a Samsung Electronics relatou por meio de Chang Wonkie, diretor para negócios de LCD da empresa, que a demanda mundial e os preços dessa modalidade (LCD) deverão permanecer anêmicos no último trimestre de 2010.

A desaceleração da demanda observada na Europa e também pelo resto do mundo, seja relacionados computadores ou TVs, explicam o momento pelo qual a Samsung se apresenta preocupada. Um agravante, neste caso, são as solicitações de fabricantes por preços mais amenos para, assim, aumentar a comercialização de TVs.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


O comércio virtual busca viabilizar ao cidadão maior comodidade no ato de escolher um produto sem a necessidade corriqueira de conferir, loja por loja física, qual mercadoria ou presente escolher. A rede mundial de computadores, modalidade que tem propiciado o crescimento de grandes empresas focadas no varejo, também possui um viés: compras casadas. Mas, o que é isso?

Pois bem, compra casada ocorre quando um consumidor almeja adquirir, por exemplo, um livro de um determinado escritor e é obrigado a adquirir um filme sobre esse mesmo livro, prática considerada criminosa. Isso tem ocorrido em outra esfera, na tão comentada pré-venda de televisão 3D.

A cobertura exercida pelo Folha UOL identificou que isso tem acontecido na varejista Fnac e, também, na fabricante de produtos Sony. De acordo com a reportagem, as duas partes confeccionaram pacotes em que a TV 3D é comercializada sob a condição de o consumidor levar para casa aparelho Blu-ray e filmes, juntamente aos óculos necessários para o acompanhamento da projeção tridimensional.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) indicou que a venda nessa modalidade infringe o Código de Defesa do Consumidor (lei 8.137/90, que implica multa ou até cinco anos de retenção). Tanto a Fnac quanto a Sony deram suas justificativas, algo que será estudado pelo órgão de defesa. A primeira admitiu exercer a prática, embora tenha relatado que isso foi opção da fabricante Samsung; a segunda, por sua vez, assegurou que essa modalidade só acontecerá na pré-venda.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um efeito, no mínimo interessante, tem acontecido dentro das fronteiras brasileiras. Aguçados por meio de propagandas, preços açucarados e formas de pagamento variadas, consumidores passaram a adquirir televisores de LCD e Plasma com grande voracidade.

Reportagem do portal dinheiro do UOL revela que o crescimento acima das previsões mais otimistas em relação ao comércio de televisores, nos primeiros três meses deste ano, ocasionou atraso na produção desses equipamentos, tanto que as lojas têm enfrentado problemas para entregar a mercadoria – atrasos superiores a duas semanas.

Estimativas dos próprios fabricantes indicavam aumento da demanda em 10% além do registrado no primeiro trimestre de 2009, porém, o índice tem alcançado expansão de até 30%.

A indústria de TV’s, situada em Manaus (AM), até dilatou a importação de componentes necessários para a confecção de televisores, porém, tanto a Infraero como a Receita Federal não tem conseguido tempo e condições hábeis para compor e liberar o volume aquém de produtos e componentes que chegam todos os dias nos aeroportos.

Será que esse aumento se deve ao maior poder aquisitivo da classe C? Um dia, com certeza, especialistas convergirão e poderão até dizer: essa casta é a que se encarrega de levar o Brasil adiante – Lula, recentemente, creditou positivamente a essa camada tal “responsabilidade”.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


A Panasonic saiu na frente das concorrentes e pôs à venda no Japão as primeiras versões de seus televisores com tecnologia 3D. A empresa deixou para trás Sony, Samsung, LG e Sharp. Inicialmente dois tamanhos da linha Viera estarão à disposição dos japoneses: 50 e 54 polegadas.

Os preços são cerca de 30 por cento mais altos, em comparação com modelos similares com tecnologia LCD Full HD, algo em torno de 3500 à 4500 euros, aproximadamente.

A estratégia da Panasonic em sair na frente das demais fabricantes se à alinha ao objetivo de se tornar a número 1 do mundo até 2018. Nesse ano, a empresa deve completar 100 anos da sua fundação. A empresa vê na tecnologia 3D uma ótima oportunidade de avançar e se firmar, confiante de que a demanda por produtos dessa categoria, como celulares e câmeras, venha a crescer muito nos próximos anos.

As vendas começaram na Sexta dia 23, mas desde Quarta-feira, lojas já tinham aparelhos á disposição.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Terra


As vendas nacionais das TVs com capacidade de exibição de imagens em terceira dimensão da marca LG iniciam em Abril. Dentre os modelos 3D disponíveis está o LX6500 com telas de 42, 47 e 55”.

Os aparelhos são de LCD retroiluminados por LEDs. Funcionam com óculos de desligamento ativo, que alternam a visão das lentes escurecendo cada uma em sincronia com o televisor via infravermelhos, dando o efeito de profundidade 3D em Full HD (1920x1080p) O efeito é tão rápido que o cérebro não percebe as lentes piscando. Confortáveis, os óculos podem ser usados pelo período de 40h com recarga via USB.

Os preços variam de R$ 7 mil a 15 mil. E a indústria sul coreana promete para o segundo semestre os modelos LEX9 (72 e 60”) que medem 0,27 cm de profundidade e da série LEX8 (55 e 47”).





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